Um homem perguntou ao Mensageiro, saudações e bençãos de Deus estejam com ele, a respeito dos bens perdidos de seu proprietário, dentre ouro, prata, camelo e cabrito, e ele exclareceu, saudações e bençãos de Deus estejam com ele a respeito da norma desses bens a fim de servir modelo aos semelhantes a eles, dentre os bens perdidos, que tomam a mesma sentença e, disse a respeito do ouro e prata conheça bem o recipiente ou amealheiro em que encontram-se guardados a fim de saber diferencia-la com seus bens e para puderes gozar de um conhecimento sobre ele diante de quem alega ser o proprietário e ordenou-o que fizesse saber as pessoas durante o período de um ano, e isso faz-se em locais públicos, como nos mercados, portões de mesquitas, etc e no lugar onde houve a perda. no entanto depois permitiu volvido um tempo de fazer saber as pessoas a respeito do perdido e não encontrar-se seu proprietário a usufruir do bem e, ao aparecer seu proprietário um desses dias reembolsa-lo. quanto ao perdido dentre os camelos ou algo do genero, o qual possa defender-se, proibiu-o de toma-lo como achado, pois ela não precisa de ser guardado, pela sua natureza guarda a si mesmo, por ter força de auto-defender-se de pequenos animais selvagens e tem das suas patas que possa percorrer longas distancias e do pescoço dela que possa buscar das arvores e água e seu estomago do qual possa alimentar-se, que portanto considera-se que pode cuidar de si até que seja achado pelo seu proprietário que o procura. quanto ao animal perdido como o cabrito e algo do gênero, dentre os pequenos animais, ordenou-o que o tomasse a fim de conserva-lo da perdição e de ser atacado pelos animais selvagens e depois de leva-lo, apareceria seu dono a fim de toma-lo de volta ou passará um ano inteirando as pessoas dele e se não encontrar o seu dono, pertencer-lhe-á o animal achado